Telas em Exposição na "Cidades Divas No Divã" – Artista: Henrique Vieira Filho

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Henrique Vieira Filho – Artista Plástico abre seu ateliê e expõe suas telas recém-chegadas de New York, Roma e Viena que retratam grandes metrópoles.

Entrada Franca Inscreva-se para visitar a Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã” – Alameda Santos, 211 cj 1411 – São Paulo – SP – CEP 01419-000

Algumas das obras em destaque:

Title: Colossus OF New York – Artist: Henrique Vieira Filho

Nesta obra, o Artista homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos em um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Title: Rio Wall – Artist: Henrique Vieira Filho

Na Cidade do Rio de Janeiro, o morro como Torre de Babel e o muro que divide realidades, do esplendor da Natureza aos perigos da força guerreira terra-cota, passando por Roger Waters e Salvador Dali, sob as bênçãos de esperança da Sadako e seus Tsurus.

Title: Megalopolitanos – Artist: Henrique Vieira Filho

A Cidade de São Paulo, com versões surreais do Masp, mesclado com o Monumento Às Bandeiras, tendo o Museu do Ipiranga ao fundo, em homenagem aos habitantes desta megalópolis.

Title: Polimetropolis – Artist: Henrique Vieira Filho

Arquiteturas icônicas da Cidade de São Paulo, mescladas em cores, luzes e texturas, com o Teatro Municipal, os prédios da região do Viaduto Santa Efigênia, em contraste com a contemporaneidade da Ponte Estaiada.

Title: Berlin Wall – Artist: Henrique Vieira Filho

Icônico, histórico, o Muro de Berlim, com as cotidianas crianças de Henri Cartier-Bresson e ele próprio na tela, juntamente com versões jovens do artista e de Pedro Bial, que aparece já adulto, como parte dos grafites que profetizam a queda, sob as bênçãos de paz dos Tsurus.

Title: Wings Of Wishes – Artist: Henrique Vieira Filho

O Universo pede mil tsurus origamis em troca de cada desejo, que nesta obra, voa pelos céus da Cidade Fujiyoshida, no Japão, transbordando paz e esperança.

Title: Wings Of Peace – Artist: Henrique Vieira Filho

Voando em seu Tsuru, nos céus da Cidade Fujiyoshida, no Japão, esta obra honra os desejos da pequena Sadako:

_ “Eu escreverei paz em suas asas e você voará o mundo inteiro”.

_ “Este é o nosso Grito. Esta é a nossa oração: Paz no Mundo”.

Title: I Wish – Artist: Henrique Vieira Filho

Eis que o pedido chega ao rei dos Tsurus, em uma idílica cena onde esperança encontra o desejo, no Lago Kawaguchiko, da Cidade Yamanashi, no Japão.

A Jornalista Keila Lima Entrevista Henrique Vieira Filho – Artista e Psicanalista



Muito simpática e talentosa, a a Jornalista Keila Lima conduziu com carinho a entrevista com o Artista Plástico Henrique Vieira Filho.


A apresentadora foi homenageada ao vivo com seu retrato, uma das especialidades do Artista, que demonstrou sua versatilidade apresentando outras duas telas de temáticas distintas:.


Psicanalise Culturalista E Arte

Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã”

Pocket Exhibition Cidades Divas No Diva - Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho
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Henrique Vieira Filho – Artista Plástico e Psicanalista abre seu ateliê para expor suas telas recém-chegadas de New York, Roma e Vienna que retratam grandes metrópoles mundiais e psicanalisa a influência do meio sobre seus habitantes.

Entrada Franca Inscreva-se para visitar a Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã” – Alameda Santos, 211 cj 1411 – São Paulo – SP – CEP 01419-000

O pioneiro analista a demonstrar a importância das relações sociais na formação de nosso senso identitário foi Alfred Adler, cujas teorias influenciaram fortemente os principais ícones da escola norte-americana de psicanálise culturalista., incluindo o meio, a sociedade, a cultura em que o indivíduo se insere como fatores igualmente significativos.

As próximas páginas deste Artigo, de forma lúdica, transformam uma grande metrópole em “Cliente”, emprestando-lhe sentimentos e traumas, em duas sessões de Terapia, com técnicas de Aconselhamento e Arteterapia, por meio de uma divertida e surrealista situação imaginária.

Para saber mais:

Inscreva-se para visitar a Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã”

Biografia – Henrique Vieira Filho – Artista e Psicanalista

Obras de Arte em Exposição na Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã”

Re-Arte – Releituras Coletivas

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O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho compartilha seu estúdio para o Projeto Re-Arte:

Re Arte

Músicas pintadas

Esculturas em telas

Versos que vertem tinta

Figurativo tornado abstrato

Cada Artista Re-Interpretando o outro

Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
“Estátua Da Paz”,do Escultor Seibou Kitamura e tela “!000 Tsurus”, do Artista Plástico Henrique Vieira Filho

Nas palavras da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Música transposta em tela…
Tela revisitada como escultura…
História em Quadrinhos inspirando pinturas..

Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas..

E /ou vice-versa!

Toda primeira segunda-feira de cada mês, as Obras resultantes serão gradativamente expostas ao público (entrada franca), no interativo formato adotado pelo Movimento Slow Art

Neste dia 06/08, Dia Da Paz (data das explosões em Hiroshima e Nagazaki), o Projeto Re Arte apresenta:

“Esculturas Em Releituras Em Tela”

Em homenagem ao Dia Da Paz, destaca-se:

Estátua Da Paz”, do escultor Seibou Kitamura:

E sua releitura na tela “1000 Tsurus”, do Artista Henrique Vieira Filho:

A visitação é mediante agendamento prévio (grupos propositadamente limitados a um máximo de quatro participantes por vez).

Sem burocracia, utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262

Para saber mais:

Agende sua exclusiva com o Artista: Henrique Vieira Filho

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

www.henriquevieirafilho.com.br

contato@hvfartes.com.br

+55 11 93800-1262

Ego, Oblivion & Connection

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho elucida o fenômeno da projeção do Ego em obras de Arte e convida para sua Exposição, em New York, “Ego, Oblivion & Connection

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Ego, Oblivion & Connection.
Ego, Oblivion & Connection.
VIP RECEPTION
JULY 27 – 7:00 PM – 9:30 PM
Saphira & Ventura Gallery
4 W43rd Street, Suite 415
New York

Em nosso mundo psíquico, um sentimento, uma lembrança, a princípio, conscientes, podem ser relegados a um “segundo plano”, ao inconsciente, enquanto nossa atenção é mantida em outra pauta…
Muitas vezes, isso decorre de uma DEFESA “automática”.
Artwork "Colossus Of New York" - Artist: Henrique Vieira Filho
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho
Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Da mesma forma que possuímos um “sistema imunológico” que atua alheio à nossa percepção consciente, nos defendendo do que considerar nocivo, igualmente possuímos SISTEMAS DE DEFESA psíquica que, de forma inconsciente, agem “protegendo” nosso consciente daquilo em que ele, em tese, não está apto a lidar.
Uma das defesas mais típicas é chamada, no jargão psicanalítico, de Projeção:
Nesta forma de auto-defesa, desloca-se aspectos de nossa personalidade, sentimentos, emoções, para o meio “exterior”, como se não fôssemos nós, mas sim, “outra” pessoa, animal ou objeto quem possuísse essas características.
Para evitar-se de enxergar e compreender em nós mesmos certos pensamentos, impulsos e desejos, passamos a “projetá-los” em terceiros, direcionando também nossa desaprovação ou admiração para estes.
De certo que todo Artista projeta a si mesmo em suas obras.
Outrossim, nem sempre se destaca que o OBSERVADOR DE ARTE igualmente “projeta” aspectos de seu psiquismo em cada obra que aprecia.
Nem mesmo os profissionais das artes, ou seja, curadores, críticos, marchands, galeristas,  estão “imunes” a este “espelhamento”, pois ocorre de forma inconsciente.
Sempre que posso, realizo minhas exposições nos padrões do Movimento  Slow Art (iniciado em 2008, por  Phil Terry), onde cada visitante é convidado a escolher a tela que mais lhe impressionou e passar alguns minutos a observando, tocando, fotografando, enfim, intensificado ao máximo a apreciação.
Na sequência, em pequenos grupos coordenados pelo Artista, cada qual expõe suas impressões e sentimentos sobre a tela.
Paralelamente, são realizados exercícios lúdicos de imaginação, onde cada qual é “projetado” em sua tela preferida, resultando em grandes “insights” sobre si mesmo.
Esta “nova” (na verdade, o movimento teve início oficial faz 10 anos…) forma de apreciar Arte foi “clonada”, ops, quero dizer, adotada pela Bienal 2018, com o nome “Convite À Atenção”.
Para explicar um pouco mais sobre as vivências em ARTETERAPIA, podemos utilizar arquétipos, símbolos universais, para “espelhar” as emoções.
Por exemplo, podemos nos valer da Mitologia Grego-Romana, no caso, o Titã Helios, o qual, sendo o próprio Sol, percorre todos os recantos e a tudo vê e tudo sabe… W, aquele que “tudo vê” sempre tem algo a nos mostrar, em nós mesmos!
Com a “luz de Hélios”, podemos ser guiados ao autoconhecimento, conectando ao nosso inconsciente, trazendo à tona inúmeras memórias reprimidas.
Um dos símbolos mais conhecidos em homenagem a este Titã é a estátua Colosso De Rhodes (uma das sete maravilhas do mundo antigo), a qual, com sua tocha , guiava os navios em segurança.
Para a Exhibition “Ego, Oblivion & Connection”, realizei uma versão moderna da divindade, transpondo-a para a Estátua Da Liberdade em um cenário nova-iorquino.
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho
Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Tela: “Colossus Of New York” – 120 x 80 cm – Gravura – Técnica Mista –

Artista: Henrique Vieira Filho

 
Para saber mais:
Biografia – Henrique Vieira Filho
Sistemas De Defesa Emocional
Balanço comparativo: Slow Art x SP-Arte
Slow Movement: Desacelere, Viva Muito e Viva Bem!
 
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Ego, Esquecimento E Conexão

 O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho elucida o esquecimento como uma defesa do Ego a evitar a conexão com traumas e o porque da pintura selecionada para sua Exposição, em New York, “Ego, Oblivion & Connection
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Artwork "Colossus Of New York" - Artist: Henrique Vieira Filho
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

     Em nosso mundo psíquico: um sentimento, uma lembrança, a princípio, conscientes, podem ser relegados a um “segundo plano”, ao inconsciente, enquanto nossa atenção é mantida em outra pauta…
     Muitas vezes, isso decorre de uma DEFESA “automática”.
     Da mesma forma que possuímos um “sistema imunológico” que atua alheio à nossa percepção consciente, nos defendendo do que considerar nocivo, igualmente possuímos SISTEMAS DE DEFESA psíquica que, de forma inconsciente, agem “protegendo” nosso consciente daquilo em que ele, em tese, não está apto a lidar.
    Uma das defesas mais típicas é chamada, no jargão psicanalítico, de Repressão:
    Consiste em relegar ao inconsciente um evento, idéia, sentimentos ou percepções potencialmente provocadores de ansiedade; contudo, o elemento reprimido ainda é parte da psique, o que requer um constante consumo de energia já que o reprimido faz tentativas constantes para encontrar uma saída. Sintomas físicos e psíquicos dos mais variados podem ter origem neste esforço de reprimir. A repressão é o “esquecimento” inconsciente de fatores psíquicos relevantes que são incompatíveis com a auto-imagem que possuímos.
     Tanto em vivência lúdicas de consultório, quanto nas Artes, podemos nos valer da Mitologia Grego-Romana, no caso, o Titã Helios, sendo o próprio Sol, percorre todos os recantos e a tudo vê e tudo sabe…
     Com a “luz de Hélios”, podemos ser guiados ao autoconhecimento, conectando ao nosso inconsciente, trazendo à tona inúmeras memórias reprimidas.
     Um dos símbolos mais conhecidos em homenagem a este Titã é a estátua Colosso De Rhodes (uma das sete maravilhas do mundo antigo), a qual, com sua tocha , guiava os navios em segurança.
Para a Exhibition “Ego, Oblivion & Connection, realizei uma versão moderna da divindade, transpondo-a para a Estátua Da Liberdade em um cenário nova-iorquino.
Artwork "Colossus Of New York" - Artist: Henrique Vieira Filho
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho
Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Tela: “Colossus Of New York” – 120 x 80 cm – Gravura – Técnica Mista –

Artista: Henrique Vieira Filho

Ego, Oblivion & Connection.
Ego, Oblivion & Connection.
VIP RECEPTION
JULY 26 – 7:00 PM – 9:30 PM
Saphira & Ventura Gallery
4 W43rd Street, Suite 415
New York

Para saber mais:

Biografia – Henrique Vieira Filho

Sistemas De Defesa Emocional

 
Agende sua exclusiva com o Artista:

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

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Drogas: Êxtase, Arte, Dependência E Terapia

Title: Mistic Vision - Artist: Henrique Vieira Filho - 120 cm x 80 cm - Mixed media on canvas - Visions of La Purga by Pablo Amaringo - Revisited
Title: Mistic Vision – Artist: Henrique Vieira Filho – 120 cm x 80 cm – Mixed media on canvas – Visions of La Purga by Pablo Amaringo – Revisited

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Neste 26/06, Dia Internacional de Combate às Drogas, o Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho apresenta sua mais recente pintura, inspirada nas “mirações” místicas da Ayahuasca e relata como a Terapia Holística atua nestas pautas.

Até mesmo nas Artes Plásticas escreveu-se um capítulo relacionado, como obras pintadas sobre a influência do alucinógeno cipó Ayahuasca, que teve seu expoente na figura do curandeiro peruano Pablo Amaringo, autor de milhares de telas, de uma das quais fiz a releitura que ilustra este artigo (Title: Mistic Vision – Artist: Henrique Vieira Filho – 120 cm x 80 cm – Mixed media on canvas – Visions of La Purga by Pablo Amaringo – Revisited)

Antes de aprofundar a questão, apresento meu posicionamento neste tema tão polêmico: creio que tudo o que se busca por meio das drogas, pode ser obtido por alternativas menos drásticas, tais como técnicas especiais de respiração, posturais, corporais e de induções vivenciais, que igualmente produzem estados alterados de consciência, sem os riscos inerentes de exposição a produtos cujos efeitos a curto e longo prazo ainda não são bem conhecidos.

Milenarmente, todas as culturas praticaram rituais religiosos que se propunham a alterar as percepções da realidade, comumente associando ritmos musicais repetitivos, em alto som, regado a bebidas de teor alcoólico (vinhos, aguardentes, fermentados…) e danças, com a variante de ingestão de vegetais com poderes alucinógenos, muitas vezes restritas aos sacerdotes, em outras, compartilhado com toda a tribo.

Tal somatória resulta na dissolução dos padrões rígidos da personalidade, permitindo contato direto ao conteúdo inconsciente. Os objetivos eram transcendentes, uma jornada “espiritual”, “sagrada”.

Modernamente, a tradição ressurgiu nos festivais “hippies”, inclusive, mantendo-se a busca pela transcendência.

Nos dias de hoje, temos as festas denominadas “raves”, outrossim, sem um objetivo “espiritual” no contexto. Seja como for, o que se constata é um “padrão” que faz parte da história da humanidade e, certamente, merece ser analisado mais profundamente.

Em nossos consultórios, ainda que parte integrante do contexto coletivo/social, o mais comum é que a questão das drogas chegue até nós, de forma individualizada, ou seja trazida pelo Cliente.

A ausência de julgamento, seja positivo, ou negativo, é exigência fundamental em nosso trabalho e o foco é a PESSOA, em seu TODO. Ou seja, o uso das drogas seria mais um dos tópicos a serem trabalhados, visto que é inseparável dos demais.

Devemos, em conjunto com o Cliente, descobrir as motivações, conscientes e inconscientes, que levaram a este padrão de comportamento. Seria uma busca religiosa ? Estaria abafando pensamentos, sentimentos, desejos, lembranças ? Auto-estima em baixa sendo compensada via comportamentos tidos como moda ? Enfim, infindáveis hipóteses e cada caso é um caso, cada momento é único.

Só o transcorrer da terapia pode trazer mais clareza sobre o que ocorre. E, paralelamente à análise, a inclusão de técnicas vivenciais, alternando relaxamento, hipnose, técnicas corporais de toque, respiratórias, renascimento, em suma, uma vasta gama de opções terapêuticas capazes de produzir estados alterados de consciência, sem uso de “aditivos”.

Os produtos consumidos nos dias de hoje, “refinados” quimicamente em laboratórios, certamente são muito mais danosos do que as poções milenares, que eram praticamente em estado natural.

Daí que na sociedade moderna surge a alcunha de “dependente químico”, aquele indivíduo perde o controle sobre o uso da substância, associado com sintomas de abstinência e tolerância, evitadas com o uso constante e cada vez maior, privilegiando o consumo a outras coisas que antes valorizava.

Dentre os colegas de profissão, existe um grupo crescente que foca seu atendimento a este tipo de situação, quase como uma “especialidade”, correndo o risco de perder o enfoque holístico e, o que é ainda mais grave, inadvertidamente ferindo a legislação, correndo o risco de prisão, sendo irrelevante à justiça humana se suas intenções eram nobres ou não.

O CRT – Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística vem detectando um aumento de cursos para “terapeutas em dependência química” realizados em entidades religiosas e que ensinam de forma totalmente inadequada às leis brasileiras.

Quando se trata de Terapia Holística, o trabalho deve focar no atendimento ao CLIENTE e não à “dependência química” em si, pois ao definir tal estado como sendo “doença” e vincular seu trabalho a esta questão, equivale a confessar crime de exercício ilegal de medicina, já que tanto o diagnóstico, quanto o tratamento de doenças são monopólios da classe médica, segundo as leis em vigor e jurisprudência (casos julgados)…

Ou seja, ainda que não trabalhe com internações, quem definir seu trabalho desta forma, corre o sério risco de enquadrar-se em exercício ilegal de medicina…

Extremamente preocupante é o fator “internação”, muitas vezes propagandeada com mais um serviço prestado por estes colegas…

Isto se deve porque, em várias escolas, fazem interpretações distorcidas, tentando justificar este procedimento, citando legislação que nem sequer mais existe (como é o caso da Lei nº 6.368, que foi REVOGADA pela Lei nº 11.343, de 23/09/2006) ou da Lei nº 10.216, cujo objetivo (dentro outros…) é justamente PROTEGER o cidadão para IMPEDIR que ele seja internado involuntariamente !!!

Ou seja, é exatamente o OPOSTO da interpretação que muitos cursos divulgam !!!

Nós sabemos que erram na boa fé, porém, nenhuma autoridade policial e/ou judicial aceitaria tal alegação…

Conforme claramente expressa a lei, toda internação, até mesmo as voluntárias, dependem de um laudo MÉDICO PSIQUIÁTRICO; sem isso, estarão ferindo os direitos da pessoa em questão, além de cometer crimes de sequestro e cárcere privado, dentre outros possíveis enquadramentos…

Mesmo de posse do laudo médico, ainda assim, o estabelecimento precisará prestar “serviços médicos, de assistência social, psicológicos, ocupacionais, de lazer, e outros”; sem tais requisitos, jamais a instituição poderá sequer candidatar-se a esse papel.

Sabemos que muitos colegas trabalham como aprenderam nestas escolas, contudo, verdade seja dita, infelizmente tais cursos, ainda que talvez bem intencionados, ensinam de forma totalmente equivocada no que diz respeito a adequar-se às leis em vigor….

Urge uma adequação radical na forma de se expressar e modo de trabalhar, pois, a continuar no formato atual, é questão de tempo para muitos colegas serem presos e processados.

Tudo isso pode ser evitado, simplesmente mantendo o foco naquilo que somos: TERAPEUTAS HOLÍSTICOS, os quais, por definição, jamais tratamos “doenças” (no caso, a dependência química…) e sim, cuidamos do indivíduo, em seu TODO, e, como tal, a questão das drogas, se trazida pelo Cliente, será mais um dos múltiplos aspectos a serem considerados e trabalhados, no transcorrer da Terapia.

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

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Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.
Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.

Integrando Terapias

A Deusa Terapeuta - Arte: Henrique Vieira Filho

Integrando Terapias

Neste Artigo, Henrique Vieira Filho exemplifica como integrar as mais diversas técnicas terapêuticas distintas (acupuntura, psicanálise, terapia floral, shiatsu, dentre outras…) criando um ambiente lúdico, eficiente e motivacional em consultório, para melhor atender os Clientes em suas buscas por equilíbrio, qualidade de vida e autoconhecimento.

Na abordagem da Terapia Holística, os aspectos físicos, psíquicos, sociais e transpessoais são inseparáveis e trabalhados de forma simultânea.

É essencial a todo Profissional propiciar aos seus Clientes um leque de técnicas terapêuticas distintas, integrando-as de forma harmoniosa, ora somando, ora alternando, adaptando-se a cada momento da pessoa atendida.

E, tudo isso, eficazmente praticado no limite da famosa “hora de 45 minutos”, a cada semana!

Na medicina, a formação é “generalista” e, só após, o indivíduo parte em busca de especializações, focando em um limite de duas técnicas.

De forma oposta, o Terapeuta inicia focado em uma única linha terapêutica e, ao amadurecer, parte em busca de nossos recursos, somando mais e mais técnicas, sendo este o perfil majoritário de quem se identifica como Holístico.

De certo, não basta somar, tresloucadamente, uma infinidade de técnicas: há de integrar de forma harmoniosa, coerente e sempre em equilíbrio quanto ao que o Cliente necessita e o que está preparado a receber, naquele exato momento.

Quem procura um Terapeuta Holístico anseia por um atendimento absolutamente diferente da abordagem “médica”, pois isto já o tem, seja via planos de saúde ou particular.

Saber OUVIR ao Cliente, de corpo e alma, de forma GENUINAMENTE interessada (interesse “simulado” não convence…), ou seja, com EMPATIA (que é distinta da ingênua “simpatia”…) tem que ser contínuo, desde o primeiro minuto de sessão, até o final.

Para tal, o básico a aplicar são as técnicas de ACONSELHAMENTO (que é radicalmente diferente de “dar conselhos”…), evoluindo, sempre que detectar-se a receptividade, para Psicoterapia Holística (teceremos mais detalhes adiante).

Eficazes e desejadas pelo público, as técnicas de “equilíbrio energético” podem ser aplicadas conjuntamente à “terapia pela fala” (do Cliente, não do Profissional, pois este tem o dever de mais ouvir, do que falar…).

Variantes do que o leigo e a imprensa chamam de “Acupuntura” são boas medidas, pois a avaliação do desequilíbrio pode ser obtida de forma simples e rápida, seja via Pulsologia de Nogier (método mais prático do que sua versão ancestral chinesa…) ou sensibilidade ao toque nos Pontos de Alarmes (localizados nos caminhos de energia conhecidos como “meridianos”).

A ativação dos pontos energéticos podem ser via agulhas (muitos Clientes são tradicionalistas…), toque (igualmente eficiente…), luzes, apliques de metais ou fitoterápicos, enfim, basta escolher aquele que obtiver melhor aceitação ao momento.

Os dados obtidos, tanto durante a conversação, quanto via análise energética, já possibilitam a seleção e recomendação de recursos terapêuticos que atuam além do tempo de sessão, tais como Fitoterapia (na forma de chás…) e essências sutis, como os populares Florais de Bach.

Note a INTEGRAÇÃO, pois inexiste “separação” entre a terapia verbal, o atendimento via pontos de equilíbrio, a Fitoterapia e a Terapia Floral, tudo fluindo em continuidade, onde o que se obtém em uma técnica, já antecipa o necessário à outra.

Usualmente, metade do tempo de sessão terá sido suficiente para aplicar tudo que descrevemos até aqui. Ou seja, ainda há minutos eficientes para investir no que é FUNDAMENTAL à Terapia Holística: a otimização da Qualidade de Vida via Autoconhecimento!

Ou seja, retomamos, aqui, a Psicoterapia Holística, a qual transita, conciliando, desde a clássica Psicanálise Freudiana, abraçando, com paixão, a linha Junguiana, abrindo espaço para o caminho corporal de Reich e Bioenergética, ousando incluir o Transpessoal e a Arteterapia, como igualmente mantemos abertos para as comportamentalistas PNL (Programação Neurolinguística) e Hipnose.

Esta é a etapa mais complexa, tanto no tocante ao aprendizado e estudos, quanto na execução prática, cujos resultados constituem o principal fator motivacional ao Cliente para a continuidade semanal da Terapia!

Muitas vezes, inicio esta etapa ainda no divã, que, na verdade, é uma cadeira shiatsu (uma boa alternativa a Clientes que não estão abertos ao toque direto…), auxiliado por músicas, aromas relaxantes e “comandos” verbais relaxantes (adaptados a cada momento da pessoa atendida…).

Uma vez tendo aplacado o racional e aberto caminho para o espontâneo, o imaginativo, costumo focar em uma pauta que esteja em evidência no momento, como por exemplo, um sonho que se tenha recordado… um desconforto corporal… um acontecimento… uma imagem…, enfim, um ponto de partida para a criação de uma história “imaginada”, um exercício de imaginação que, sendo bem conduzido, desperta emoções, lembranças e “insights”, que são auto-descobertas que surgem como que de pronto, onde infindáveis informações, conclusões emergem, de uma só vez, condensados em um “lampejo” de consciência.

As catarses emocionais, não raro, explodem em choros, risos, acessos de raiva, tudo em ambiente seguro, sigiloso e amparado de consultório.

Muitas vezes, os “insigths” ocupam muitas novas sessões para serem assimilados e compreendidos. É um processo de autodescoberta gradativo e fascinante!

Para aqueles mais receptivos ao toque direto, um caminho eficaz é associar as manobras corporais orientais e milenares (shiatsu, anma, tuiná, abhyanga, etc…) , com a percepção ocidental e moderna da terapia reichiana e bioenergética, na qual o toque manual aciona lembranças dormentes e emoções reprimidas, as quais, uma vez afloradas via catarses, abrem a possibilidade para serem compreendidas e assimiladas.

Outros indivíduos, com maior sensibilidade artística, aplico exercícios de imaginação ativa, associações de ideias (espontâneas ou direcionadas…) tendo como base: pinturas, fotografias, esculturas, fantasias e cenários, que espelham e ampliam as emoções e lembranças, as quais, sob este ambiente lúdico e criativo, passam por menor interferência dos pensamentos racionais.

Cada Cliente, cada atendimento, é um caso à parte e seremos Terapeutas melhor sucedidos ao dispormos de um variado leque de técnicas.

Quando bem INTEGRADAS, as mais variadas técnicas fluem naturalmente, de uma à outra, sem perda de fio de meada, mantendo viva a motivação para a continuidade da Terapia, propiciando a cada Cliente uma EXPERIÊNCIA de vida, a cada sessão.

É bem o ditado em que o resultado é bem mais amplo do que a simples soma das partes!

Dia Dos Namorados Steampunk

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho adotou a estética Steampunk em suas mais recentes telas, especialmente desenvolvidas para este Dia Dos Namorados

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Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts, do Artista Plástico Henrique Vieira Filho
Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts
O Artista Plástico Henrique Vieira Filho homenageia o casal Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha com duas telas em estilo Steampunk, especialmente desenvolvidas para o Dia Dos Namorados

O Steampunk, seja na literatura, seja na estética, nos remete à contracultura com ideais anárquicos, questionadores e anti-autoritários.

Com histórias ambientadas no final do século 19, começo do 20, descrevem uma sociedade com máquinas futuristas, só que totalmente baseadas na tecnologia mecânica e a vapor, que teria evoluído muito além do possível.

Como precursores do movimento, temos o clássico filme mudo “Viagem à Lua”, de Georges Méliès, em que se chega à Lua com um foguete lançado por canhão, bem como, na literatura, com as máquinas fantásticas nas obras de Júlio Verne e medicina de ponta, com raios e válvulas, em “Frankenstein”, de Mary Shelley.

Tais premissas ganharam novo fôlego nos recentes anos 80 e 90, onde computadores de madeira, aviões e robôs movidos a vapor e próteses com belíssimas engrenagens, dentre outras características steampunk, ilustraram histórias com influências lovecraftianas, ocultistas e góticas.

Adotado como estilo de vida, no Brasil, inclusive, cuja convenção anual concorreu ao recorde mundial de participantes, e que conta com um Conselho (SteanCon), do qual reproduzo as seguintes citações:

“SteamPunk é a produção de ficção científica do Século XIX no Século XXI, através de qualquer forma de expressão”.
“Sempre que penso em SteamPunk penso em Julio Verne escrevendo nos dias de hoje… mas escrevendo hoje aquilo que escrevia em sua época!”
“Muitos mencionam que, mesmo antes de conhecer o gênero, já o apreciavam… me parece que há aí uma nostalgia por algo que nunca foi, mas poderia ter sido.”

Recentemente, quase que de forma inconsciente, alguns componentes steampunks foram integrados, de forma sutil, em algumas de minhas pinturas.

Neste momento, tive a oportunidade de ir além e retratar um casal que muito admiro (Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha), em duas telas que se complementam, onde a atmosfera steampunk incorporou-se totalmente!

Title: Queen Of Hearts Artist: Henrique Vieira Filho
Title: Queen Of Hearts
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2018

Title: King of Hearts Artist: Henrique Vieira Filho
Title: King of Hearts
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2018

 

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.
Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.

“Não é só com beijos que se prova o amor”

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho conta a origem do Dia Dos Namorados e apresenta o retrato de casal como uma especial prova de amor e uma inesquecível experiência que transforma a si mesmo em ARTE!

Clique Aqui para acessar o release!

“Não é só com beijos que se prova o amor”

Com esse slogan, em 1949, um publicitário criou o Dia Dos Namorados, no Brasil, como forma de alavancar as vendas de junho, da loja que contratou a campanha.

A empresa nem mais existe… Contudo, o dia 12 de junho, véspera do Dia de Santo Antônio (santo católico tido como “ casamenteiro”…) consagrou-se em nosso país!
Como Psicanalista, bem sei que é uma pauta constante nas sessões deste mês… Já como Artista Plástico, ainda mais sendo retratista, é um período de grande satisfação!
É fato que o arquetípico, o universo onírico, sempre serão fontes de inspirações em minhas obras. Acontece que, igualmente, as pessoas me fascinam, como que “encarnações” dos mitos, das lendas, das culturas que tanto admiro.
Por isso, quando sou desafiado a retratar, seja individualmente, seja um casal (dia dos namorados…), fico feliz em conciliar o universo individual dos homenageados, com os arquétipos com os quais estão em sincronicidade, no momento da experiência de Arte!
Exemplifico com a obra “O Amor de Afrodite e Ares” (“The Love of Aphrodite and Ares”), um retrato meu, com minha esposa, Fabiana Vieira.

"O Amor de Afrodite e Ares" (“The Love of Aphrodite and Ares”) - Artista: Henrique Vieira Filho Tela especialmente desenvolvida para o Dia Dos Namorados
“O Amor de Afrodite e Ares” (“The Love of Aphrodite and Ares”) – Artista: Henrique Vieira Filho Tela especialmente desenvolvida para o Dia Dos Namorados

A imersão dos retratados no processo criativo é um dos diferenciais mais requisitos de nosso projeto Art Experience: ir além do adquirir ARTE e propiciar à pessoa tornar-se ARTE, em inesquecíveis vivências de auto-descoberta e crescimento interior!

Tenho mais algumas telas para mostrar, que cabem bem na pauta para o Dia Dos Namorados, mas, nem pensar em estragar a surpresa que este casal tão querido preparou, um para o outro…
Postarei daqui a alguns dias, na sequência, DEPOIS deles terem sido os primeiros a apreciarem suas telas prontas!
 

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.
Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.