Roger Waters No Divã E Nas Telas de Henrique Vieira Filho

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Para o Projeto Re-Arte, o Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho transforma em pinturas o álbum musical The Wall (Pink Floyd – Roger Waters):


Detalhes da Tela


Tela “Rio Wall” – nos detalhes, temos Roger Waters grafitando e Salvador Dali acobertando… Artista: Henrique Vieira Filho – obra na Europe 2018 Art Exhibition


Nas palavras do Terapeuta Henrique Vieira Filho:


¨_ Certas produções artísticas equivalem à soma de muitas aulas teóricas de Psicanálise…


É o caso da obra de Roger Waters, denominada “The Wall”, cujas músicas e vídeos criam um retrato vívido de como uma pessoa pode “emparedar” traumas, construindo uma “muralha emocional” que o separa/protege de seus sentimentos, impulsos e recordações.”


Clique Aqui e saiba mais sobre sistemas de defesa emocionais.


Title: The Wall Artist: Henrique Vieira Filho Mixed media on canvas Size: 120 x 80 cm -  47,25 x 31,5 inches


O Artista homenageia Roger Waters (Pink Floyd), retratado como o rosto que horroriza e de braços abertos na explosão de cores prismáticas que nos liberta do muro de nossos traumas.


O Artista homenageia Pink Floyd ressaltando a simbologia ambivalente do martelo (que tanto constrói, quanto destrói) e do muro (que protege, porém isola).


Title: Hammer March – Artist: Henrique Vieira Filho
Floyd ressaltando a simbologia ambivalente do martelo (que tanto constrói, quanto destrói) e do muro (que protege, porém isola).


De 10 a 19/10, o Projeto Re-Arte reabre a apresentação: “Músicas Em Tinta” – a visitação é mediante agendamento prévio – utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262


Projeto Re-Arte


O Projeto Re-Arte propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.


É aberto a todos os ramos artísticos, propondo “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.


Música transposta em tela…
Tela revisitada como escultura…
História em Quadrinhos inspirando pinturas…


Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas..


E /ou vice-versa!


O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho compartilha seu estúdio para o Projeto Re-Arte:


Re Arte


Músicas pintadas


Esculturas em telas


Versos que vertem tinta


Figurativo tornado abstrato


Cada Artista Re-Interpretando o outro


Nas palavras da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:


Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”


Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.


Re Arte - Releitura Coletiva -Etapas criativas: o Psicanalista Henrique Vieira Filho e a Bióloga Monique Nunes combinam RELEITURAS de suas pinturas. Obras


Re Arte – Releitura Coletiva -Etapas criativas: o Psicanalista Henrique Vieira Filho e a Bióloga Monique Nunes combinam RELEITURAS de suas pinturas.
Obras “Angel of Death” e “Cat Woman”, respectivamente


O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho apresenta sua releitura das aquarelas da da Bióloga e Artista Plástica Monique Nunes


O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho apresenta sua releitura das aquarelas da Bióloga e Artista Plástica Monique Nunes


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O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.


Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.


Música transposta em tela…
Tela revisitada como escultura…
História em Quadrinhos inspirando pinturas..


Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas..


E /ou vice-versa!


Toda primeira segunda-feira de cada mês, as Obras resultantes serão gradativamente expostas ao público (entrada franca), no interativo formato adotado pelo Movimento Slow Art


A visitação é mediante agendamento prévio (grupos propositadamente limitados a um máximo de quatro participantes por vez). Utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262


Para saber mais:



Agende sua exclusiva:


Alameda Santos, 211 cj 1411 – São Paulo – SP – CEP 01419-000


www.henriquevieirafilho.com.brcontato@sociedadedasartes.com.br


+55 11 93800-1262

Temporada Europeia – Projeto Rearte

Temporada Paris – Turim De Nosso Artista Henrique Vieira Filho
No Brasil, o Projeto Re-Arte:Releituras Coletivas

Download do release em DOC: Clique Aqui!

Com exposições sequenciais na Galerie Artitude Art Contemporain (Paris – França) e no MIIT Museo Internazionale Italia Arte (Turin – Itália), ainda assim, nosso Artista Henrique Vieira Filho mantém o ritmo no Projeto Re-Arte:

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho apresenta sua releitura das aquarelas da da Bióloga e Artista Plástica Monique Nunes.

Agora, dia 08/10, Henrique Vieira Filho convida ao seu estúdio, onde apresenta apresenta sua primeira releitura das aquarelas da Bióloga e Artista Plástica Monique Nunes para o Projeto Re-Arte:

Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – CEP 01419-000

www.henriquevieirafilho.com.br contato@sociedadedasartes.com.br+55 11 93800-1262

Etapas criativas: o Psicanalista Henrique Vieira Filho e a Bióloga Monique Nunes combinam RELEITURAS de suas pinturas para o Projeto Re-Arte:

Os Artista Plásticos Henrique Vieira Filho e Monique Nunes se encontram para o Projeto Re-Arte: obras "Angel of Death" e "Cat Woman", respectivamente

Os Artistas Plásticos Henrique Vieira Filho e Monique Nunes se encontram para o Projeto Re-Arte: obras “Angel of Death” e “Cat Woman”, respectivamente

As etapas iniciais do processo criativo do Artista Plástico Henrique Vieira Filho envolvem pintura corporal caracterização de personagem e sessões fotográficas em seu estúdio, gerando materiais de base para sua pintura em tela.

Sob a direção de Henrique Vieira Filho, a Artista Plástica Monique Nunes encarna a personagem de suas próprias aquarelas

Sob a direção de Henrique Vieira Filho, a Artista Plástica Monique Nunes encarna a personagem de suas próprias aquarelas.

Por ser Bióloga e admiradora de felinos, com os quais interagiu na na África do Sul (Cheetah Outreach), Henrique optou por lhe estampar como um Guepardo:

Sob a direção de Henrique Vieira Filho, a Artista Plástica Monique Nunes encarna a personagem de suas próprias aquarelas

Henrique: “_ Como Psicanalista, as aquarelas da Monique, com a sensualidade e a simbologia arquetípica do gato prontamente prenderam minha atenção. E, como Artista Plástico, a tonalidade sépia e a temática “pin up” me cativaram. Por isso, escolhi esta Arte para fazer a RELEITURA!”.

Re Arte

Músicas pintadas

Esculturas em telas

Versos que vertem tinta

Figurativo tornado abstrato

Cada Artista Re-Interpretando o outro

Monique:

“_ Sempre admirei as Artes mexicanas relacionadas ao “Dia De Los Muertos”, tanto é que tenho uma tatuagem nesse estilo! Por isso, dentre as telas do Henrique, esta foi a que escolhi!”.

Música transposta em tela…
Tela revisitada como escultura…
História em Quadrinhos inspirando pinturas..

Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas…

E /ou vice-versa!

Nas próximas semanas, publicaremos o andamento das Artes e, ao na sequência do Projeto Re-Arte, as obras dos diversos Artistas ficarão em Exposição na Sociedade Das Artes.

Para saber mais:

Agende sua exclusiva com os Artistas:

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

www.henriquevieirafilho.com.br

contato@sociedadedasartes.com.br

+55 11 93800-1262

Re-Arte:Músicas Transpostas Em Pinturas

Desejando, clique aqui baixar o release em DOC:
Para o Projeto Re-Arte, o Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho transformou em pinturas as músicas de Pink Floyd – Roger Waters:
Re-Arte:Músicas Transpostas Em Pinturas Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho
Nas palavras do Terapeuta Henrique Vieira Filho:

¨_ Certas produções artísticas equivalem à soma de muitas aulas teóricas de Psicanálise…É o caso da obra de Roger Waters, denominada “The Wall”, cujas músicas e vídeos criam um retrato vívido de como uma pessoa pode “emparedar” traumas, construindo uma “muralha emocional” que o separa/protege de seus sentimentos, impulsos e recordações.”

Title: The Wall Artist: Henrique Vieira Filho
Title: The Wall – Artist: Henrique Vieira Filho -120 x 80 cm

Title: Rio Wall Artist: Henrique Vieira Filho
Tela “Rio Wall” – nos detalhes, temos Roger Waters grafitando e Salvador Dali acobertando…

O Artista homenageia Roger Waters (Pink Floyd), retratado como o rosto que horroriza e de braços abertos na explosão de cores prismáticas que nos liberta do muro de nossos traumas.
Title: Hammer March - Artist: Henrique Vieira Filho
Title: Hammer March – Artist: Henrique Vieira Filho

O Artista homenageia Pink Floyd ressaltando a simbologia ambivalente do martelo (que tanto constrói, quanto destrói) e do muro (que protege, porém isola).
Neste dia 03/09, o Projeto Re-Arte inicia a apresentação: “Músicas Em Tinta” – a visitação é mediante agendamento prévio – utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262

Projeto Re-Arte

O Projeto Re-Arte propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.
É aberto a todos os ramos artísticos, propondo “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Música transposta em tela…
Tela revisitada como escultura…
História em Quadrinhos inspirando pinturas…
Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas…
E /ou viceversa!

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho compartilha seu estúdio para o Projeto Re-Arte:

Re Arte
Músicas pintadas
Esculturas em telas
Versos que vertem tinta
Figurativo tornado abstrato
Cada Artista Re-Interpretando o outro

Nas palavras da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.
O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.
Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.
Toda primeira segunda-feira de cada mês, as Obras resultantes serão gradativamente expostas ao público (entrada franca), no interativo formato adotado pelo Movimento Slow Art
A visitação é mediante agendamento prévio (grupos propositadamente limitados a um máximo de quatro participantes por vez). Utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262
Para saber mais:

Agende sua exclusiva:
Alameda Santos, 211 cj 1411 – São Paulo – SP – CEP 01419-000
www.henriquevieirafilho.com.br –  contato@sociedadedasartes.com.br
+55 11 93800-1262

Processo Criativo – Re-Arte – Releituras Coletivas

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Etapas criativas: o Psicanalista Henrique Vieira Filho e a Bióloga Monique Nunes combinam RELEITURAS de suas pinturas para o Projeto Re-Arte:

Os Artista Plásticos Henrique Vieira Filho e Monique Nunes se encontram para o Projeto Re-Arte: obras "Angel of Death" e "Cat Woman", respectivamente

Os Artistas Plásticos Henrique Vieira Filho e Monique Nunes se encontram para o Projeto Re-Arte: obras “Angel of Death” e “Cat Woman”, respectivamente

As etapas iniciais do processo criativo do Artista Plástico Henrique Vieira Filho envolvem pintura corporal caracterização de personagem e sessões fotográficas em seu estúdio, gerando materiais de base para sua pintura em tela.

Sob a direção de Henrique Vieira Filho, a Artista Plástica Monique Nunes encarna a personagem de suas próprias aquarelas

Sob a direção de Henrique Vieira Filho, a Artista Plástica Monique Nunes encarna a personagem de suas próprias aquarelas.

Por ser Bióloga e admiradora de felinos, com os quais interagiu na na África do Sul (Cheetah Outreach), Henrique optou por lhe estampar como um Guepardo:

 

Henrique: “_ Como Psicanalista, as aquarelas da Monique, com a sensualidade e a simbologia arquetípica do gato prontamente prenderam minha atenção. E, como Artista Plástico, a tonalidade sépia e a temática “pin up” me cativaram. Por isso, escolhi esta Arte para fazer a RELEITURA!”.

Re Arte
Músicas pintadas
Esculturas em telas
Versos que vertem tinta
Figurativo tornado abstrato
Cada Artista Re-Interpretando o outro

 

Monique:

“_ Sempre admirei as Artes mexicanas relacionadas ao “Dia De Los Muertos”, tanto é que tenho uma tatuagem nesse estilo! Por isso, dentre as telas do Henrique, esta foi a que escolhi!”.

Música transposta em tela…
Tela revisitada como escultura…
História em Quadrinhos inspirando pinturas..

Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas…

E /ou vice-versa!

Nas próximas semanas, publicaremos o andamento das Artes e, ao na sequência do Projeto Re-Arte, as obras dos diversos Artistas ficarão em Exposição na Sociedade Das Artes.

Para saber mais:

Agende sua exclusiva com os Artistas:

Alameda Santos, 211 cj 1411
São Paulo – SP – CEP 01419-000
www.henriquevieirafilho.com.br
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+55 11 93800-1262

Projeto Re-Arte – 1a Fase

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O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho abre seu atelier de 06 a 09/08 para a 1a etapa do Projeto Re-Arte:

Releituras De Esculturas Em Telas - Artista: Henrique Vieira Filho
Releituras De Esculturas Em Telas – Artista: Henrique Vieira Filho

 Em homenagem ao Dia Da Paz (data da explosão em Hiroshima) e aos 110 Anos da Imigração Japonesa, destaca-se: 
Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
“Estátua Da Paz”,do Escultor Seibou Kitamura e tela “!000 Tsurus”, do Artista Plástico Henrique Vieira Filho

Estátua Da Paz”, do escultor Seibou Kitamura e (data das explosões em Hiroshima e Nagazaki) e sua releitura na tela “1000 Tsurus”, do Artista Henrique Vieira Filho:
 Tela “Sadako”, do Artista Henrique Vieira Filho
“Monumento das Crianças à Paz” (Torre dos Tsurus), de 1958, instalada no Parque da Paz, em Hiroshima, que eterniza a pequena Sadako Sasaki e sua releitura na tela “Sadako”, do Artista Henrique Vieira Filho:

“Monumento das Crianças à Paz” (Torre dos Tsurus), de 1958, instalada no Parque da Paz, em Hiroshima, que eterniza a pequena Sadako Sasaki e sua releitura na tela “Sadako”, do Artista Henrique Vieira Filho:
 
A visitação é mediante agendamento prévio (grupos propositadamente limitados a um máximo de quatro participantes por vez). Entrada franca.

Sem burocracia, utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

 
Para saber mais:

Ler maisProjeto Re-Arte – 1a Fase

Re-Arte – Releituras Coletivas

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O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho compartilha seu estúdio para o Projeto Re-Arte:

Re Arte

Músicas pintadas

Esculturas em telas

Versos que vertem tinta

Figurativo tornado abstrato

Cada Artista Re-Interpretando o outro

Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
“Estátua Da Paz”,do Escultor Seibou Kitamura e tela “!000 Tsurus”, do Artista Plástico Henrique Vieira Filho

Nas palavras da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Música transposta em tela…
Tela revisitada como escultura…
História em Quadrinhos inspirando pinturas..

Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas..

E /ou vice-versa!

Toda primeira segunda-feira de cada mês, as Obras resultantes serão gradativamente expostas ao público (entrada franca), no interativo formato adotado pelo Movimento Slow Art

Neste dia 06/08, Dia Da Paz (data das explosões em Hiroshima e Nagazaki), o Projeto Re Arte apresenta:

“Esculturas Em Releituras Em Tela”

Em homenagem ao Dia Da Paz, destaca-se:

Estátua Da Paz”, do escultor Seibou Kitamura:

E sua releitura na tela “1000 Tsurus”, do Artista Henrique Vieira Filho:

A visitação é mediante agendamento prévio (grupos propositadamente limitados a um máximo de quatro participantes por vez).

Sem burocracia, utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262

Para saber mais:

Agende sua exclusiva com o Artista: Henrique Vieira Filho

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

www.henriquevieirafilho.com.br

contato@hvfartes.com.br

+55 11 93800-1262

Ego, Oblivion & Connection

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho elucida o fenômeno da projeção do Ego em obras de Arte e convida para sua Exposição, em New York, “Ego, Oblivion & Connection

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Ego, Oblivion & Connection.
Ego, Oblivion & Connection.
VIP RECEPTION
JULY 27 – 7:00 PM – 9:30 PM
Saphira & Ventura Gallery
4 W43rd Street, Suite 415
New York

Em nosso mundo psíquico, um sentimento, uma lembrança, a princípio, conscientes, podem ser relegados a um “segundo plano”, ao inconsciente, enquanto nossa atenção é mantida em outra pauta…
Muitas vezes, isso decorre de uma DEFESA “automática”.
Artwork "Colossus Of New York" - Artist: Henrique Vieira Filho
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho
Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Da mesma forma que possuímos um “sistema imunológico” que atua alheio à nossa percepção consciente, nos defendendo do que considerar nocivo, igualmente possuímos SISTEMAS DE DEFESA psíquica que, de forma inconsciente, agem “protegendo” nosso consciente daquilo em que ele, em tese, não está apto a lidar.
Uma das defesas mais típicas é chamada, no jargão psicanalítico, de Projeção:
Nesta forma de auto-defesa, desloca-se aspectos de nossa personalidade, sentimentos, emoções, para o meio “exterior”, como se não fôssemos nós, mas sim, “outra” pessoa, animal ou objeto quem possuísse essas características.
Para evitar-se de enxergar e compreender em nós mesmos certos pensamentos, impulsos e desejos, passamos a “projetá-los” em terceiros, direcionando também nossa desaprovação ou admiração para estes.
De certo que todo Artista projeta a si mesmo em suas obras.
Outrossim, nem sempre se destaca que o OBSERVADOR DE ARTE igualmente “projeta” aspectos de seu psiquismo em cada obra que aprecia.
Nem mesmo os profissionais das artes, ou seja, curadores, críticos, marchands, galeristas,  estão “imunes” a este “espelhamento”, pois ocorre de forma inconsciente.
Sempre que posso, realizo minhas exposições nos padrões do Movimento  Slow Art (iniciado em 2008, por  Phil Terry), onde cada visitante é convidado a escolher a tela que mais lhe impressionou e passar alguns minutos a observando, tocando, fotografando, enfim, intensificado ao máximo a apreciação.
Na sequência, em pequenos grupos coordenados pelo Artista, cada qual expõe suas impressões e sentimentos sobre a tela.
Paralelamente, são realizados exercícios lúdicos de imaginação, onde cada qual é “projetado” em sua tela preferida, resultando em grandes “insights” sobre si mesmo.
Esta “nova” (na verdade, o movimento teve início oficial faz 10 anos…) forma de apreciar Arte foi “clonada”, ops, quero dizer, adotada pela Bienal 2018, com o nome “Convite À Atenção”.
Para explicar um pouco mais sobre as vivências em ARTETERAPIA, podemos utilizar arquétipos, símbolos universais, para “espelhar” as emoções.
Por exemplo, podemos nos valer da Mitologia Grego-Romana, no caso, o Titã Helios, o qual, sendo o próprio Sol, percorre todos os recantos e a tudo vê e tudo sabe… W, aquele que “tudo vê” sempre tem algo a nos mostrar, em nós mesmos!
Com a “luz de Hélios”, podemos ser guiados ao autoconhecimento, conectando ao nosso inconsciente, trazendo à tona inúmeras memórias reprimidas.
Um dos símbolos mais conhecidos em homenagem a este Titã é a estátua Colosso De Rhodes (uma das sete maravilhas do mundo antigo), a qual, com sua tocha , guiava os navios em segurança.
Para a Exhibition “Ego, Oblivion & Connection”, realizei uma versão moderna da divindade, transpondo-a para a Estátua Da Liberdade em um cenário nova-iorquino.
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho
Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Tela: “Colossus Of New York” – 120 x 80 cm – Gravura – Técnica Mista –

Artista: Henrique Vieira Filho

 
Para saber mais:
Biografia – Henrique Vieira Filho
Sistemas De Defesa Emocional
Balanço comparativo: Slow Art x SP-Arte
Slow Movement: Desacelere, Viva Muito e Viva Bem!
 
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+55 11 93800-1262

Ego, Esquecimento E Conexão

 O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho elucida o esquecimento como uma defesa do Ego a evitar a conexão com traumas e o porque da pintura selecionada para sua Exposição, em New York, “Ego, Oblivion & Connection
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Artwork "Colossus Of New York" - Artist: Henrique Vieira Filho
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

     Em nosso mundo psíquico: um sentimento, uma lembrança, a princípio, conscientes, podem ser relegados a um “segundo plano”, ao inconsciente, enquanto nossa atenção é mantida em outra pauta…
     Muitas vezes, isso decorre de uma DEFESA “automática”.
     Da mesma forma que possuímos um “sistema imunológico” que atua alheio à nossa percepção consciente, nos defendendo do que considerar nocivo, igualmente possuímos SISTEMAS DE DEFESA psíquica que, de forma inconsciente, agem “protegendo” nosso consciente daquilo em que ele, em tese, não está apto a lidar.
    Uma das defesas mais típicas é chamada, no jargão psicanalítico, de Repressão:
    Consiste em relegar ao inconsciente um evento, idéia, sentimentos ou percepções potencialmente provocadores de ansiedade; contudo, o elemento reprimido ainda é parte da psique, o que requer um constante consumo de energia já que o reprimido faz tentativas constantes para encontrar uma saída. Sintomas físicos e psíquicos dos mais variados podem ter origem neste esforço de reprimir. A repressão é o “esquecimento” inconsciente de fatores psíquicos relevantes que são incompatíveis com a auto-imagem que possuímos.
     Tanto em vivência lúdicas de consultório, quanto nas Artes, podemos nos valer da Mitologia Grego-Romana, no caso, o Titã Helios, sendo o próprio Sol, percorre todos os recantos e a tudo vê e tudo sabe…
     Com a “luz de Hélios”, podemos ser guiados ao autoconhecimento, conectando ao nosso inconsciente, trazendo à tona inúmeras memórias reprimidas.
     Um dos símbolos mais conhecidos em homenagem a este Titã é a estátua Colosso De Rhodes (uma das sete maravilhas do mundo antigo), a qual, com sua tocha , guiava os navios em segurança.
Para a Exhibition “Ego, Oblivion & Connection, realizei uma versão moderna da divindade, transpondo-a para a Estátua Da Liberdade em um cenário nova-iorquino.
Artwork "Colossus Of New York" - Artist: Henrique Vieira Filho
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho
Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Tela: “Colossus Of New York” – 120 x 80 cm – Gravura – Técnica Mista –

Artista: Henrique Vieira Filho

Ego, Oblivion & Connection.
Ego, Oblivion & Connection.
VIP RECEPTION
JULY 26 – 7:00 PM – 9:30 PM
Saphira & Ventura Gallery
4 W43rd Street, Suite 415
New York

Para saber mais:

Biografia – Henrique Vieira Filho

Sistemas De Defesa Emocional

 
Agende sua exclusiva com o Artista:

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

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Drogas: Êxtase, Arte, Dependência E Terapia

Title: Mistic Vision - Artist: Henrique Vieira Filho - 120 cm x 80 cm - Mixed media on canvas - Visions of La Purga by Pablo Amaringo - Revisited
Title: Mistic Vision – Artist: Henrique Vieira Filho – 120 cm x 80 cm – Mixed media on canvas – Visions of La Purga by Pablo Amaringo – Revisited

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Neste 26/06, Dia Internacional de Combate às Drogas, o Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho apresenta sua mais recente pintura, inspirada nas “mirações” místicas da Ayahuasca e relata como a Terapia Holística atua nestas pautas.

Até mesmo nas Artes Plásticas escreveu-se um capítulo relacionado, como obras pintadas sobre a influência do alucinógeno cipó Ayahuasca, que teve seu expoente na figura do curandeiro peruano Pablo Amaringo, autor de milhares de telas, de uma das quais fiz a releitura que ilustra este artigo (Title: Mistic Vision – Artist: Henrique Vieira Filho – 120 cm x 80 cm – Mixed media on canvas – Visions of La Purga by Pablo Amaringo – Revisited)

Antes de aprofundar a questão, apresento meu posicionamento neste tema tão polêmico: creio que tudo o que se busca por meio das drogas, pode ser obtido por alternativas menos drásticas, tais como técnicas especiais de respiração, posturais, corporais e de induções vivenciais, que igualmente produzem estados alterados de consciência, sem os riscos inerentes de exposição a produtos cujos efeitos a curto e longo prazo ainda não são bem conhecidos.

Milenarmente, todas as culturas praticaram rituais religiosos que se propunham a alterar as percepções da realidade, comumente associando ritmos musicais repetitivos, em alto som, regado a bebidas de teor alcoólico (vinhos, aguardentes, fermentados…) e danças, com a variante de ingestão de vegetais com poderes alucinógenos, muitas vezes restritas aos sacerdotes, em outras, compartilhado com toda a tribo.

Tal somatória resulta na dissolução dos padrões rígidos da personalidade, permitindo contato direto ao conteúdo inconsciente. Os objetivos eram transcendentes, uma jornada “espiritual”, “sagrada”.

Modernamente, a tradição ressurgiu nos festivais “hippies”, inclusive, mantendo-se a busca pela transcendência.

Nos dias de hoje, temos as festas denominadas “raves”, outrossim, sem um objetivo “espiritual” no contexto. Seja como for, o que se constata é um “padrão” que faz parte da história da humanidade e, certamente, merece ser analisado mais profundamente.

Em nossos consultórios, ainda que parte integrante do contexto coletivo/social, o mais comum é que a questão das drogas chegue até nós, de forma individualizada, ou seja trazida pelo Cliente.

A ausência de julgamento, seja positivo, ou negativo, é exigência fundamental em nosso trabalho e o foco é a PESSOA, em seu TODO. Ou seja, o uso das drogas seria mais um dos tópicos a serem trabalhados, visto que é inseparável dos demais.

Devemos, em conjunto com o Cliente, descobrir as motivações, conscientes e inconscientes, que levaram a este padrão de comportamento. Seria uma busca religiosa ? Estaria abafando pensamentos, sentimentos, desejos, lembranças ? Auto-estima em baixa sendo compensada via comportamentos tidos como moda ? Enfim, infindáveis hipóteses e cada caso é um caso, cada momento é único.

Só o transcorrer da terapia pode trazer mais clareza sobre o que ocorre. E, paralelamente à análise, a inclusão de técnicas vivenciais, alternando relaxamento, hipnose, técnicas corporais de toque, respiratórias, renascimento, em suma, uma vasta gama de opções terapêuticas capazes de produzir estados alterados de consciência, sem uso de “aditivos”.

Os produtos consumidos nos dias de hoje, “refinados” quimicamente em laboratórios, certamente são muito mais danosos do que as poções milenares, que eram praticamente em estado natural.

Daí que na sociedade moderna surge a alcunha de “dependente químico”, aquele indivíduo perde o controle sobre o uso da substância, associado com sintomas de abstinência e tolerância, evitadas com o uso constante e cada vez maior, privilegiando o consumo a outras coisas que antes valorizava.

Dentre os colegas de profissão, existe um grupo crescente que foca seu atendimento a este tipo de situação, quase como uma “especialidade”, correndo o risco de perder o enfoque holístico e, o que é ainda mais grave, inadvertidamente ferindo a legislação, correndo o risco de prisão, sendo irrelevante à justiça humana se suas intenções eram nobres ou não.

O CRT – Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística vem detectando um aumento de cursos para “terapeutas em dependência química” realizados em entidades religiosas e que ensinam de forma totalmente inadequada às leis brasileiras.

Quando se trata de Terapia Holística, o trabalho deve focar no atendimento ao CLIENTE e não à “dependência química” em si, pois ao definir tal estado como sendo “doença” e vincular seu trabalho a esta questão, equivale a confessar crime de exercício ilegal de medicina, já que tanto o diagnóstico, quanto o tratamento de doenças são monopólios da classe médica, segundo as leis em vigor e jurisprudência (casos julgados)…

Ou seja, ainda que não trabalhe com internações, quem definir seu trabalho desta forma, corre o sério risco de enquadrar-se em exercício ilegal de medicina…

Extremamente preocupante é o fator “internação”, muitas vezes propagandeada com mais um serviço prestado por estes colegas…

Isto se deve porque, em várias escolas, fazem interpretações distorcidas, tentando justificar este procedimento, citando legislação que nem sequer mais existe (como é o caso da Lei nº 6.368, que foi REVOGADA pela Lei nº 11.343, de 23/09/2006) ou da Lei nº 10.216, cujo objetivo (dentro outros…) é justamente PROTEGER o cidadão para IMPEDIR que ele seja internado involuntariamente !!!

Ou seja, é exatamente o OPOSTO da interpretação que muitos cursos divulgam !!!

Nós sabemos que erram na boa fé, porém, nenhuma autoridade policial e/ou judicial aceitaria tal alegação…

Conforme claramente expressa a lei, toda internação, até mesmo as voluntárias, dependem de um laudo MÉDICO PSIQUIÁTRICO; sem isso, estarão ferindo os direitos da pessoa em questão, além de cometer crimes de sequestro e cárcere privado, dentre outros possíveis enquadramentos…

Mesmo de posse do laudo médico, ainda assim, o estabelecimento precisará prestar “serviços médicos, de assistência social, psicológicos, ocupacionais, de lazer, e outros”; sem tais requisitos, jamais a instituição poderá sequer candidatar-se a esse papel.

Sabemos que muitos colegas trabalham como aprenderam nestas escolas, contudo, verdade seja dita, infelizmente tais cursos, ainda que talvez bem intencionados, ensinam de forma totalmente equivocada no que diz respeito a adequar-se às leis em vigor….

Urge uma adequação radical na forma de se expressar e modo de trabalhar, pois, a continuar no formato atual, é questão de tempo para muitos colegas serem presos e processados.

Tudo isso pode ser evitado, simplesmente mantendo o foco naquilo que somos: TERAPEUTAS HOLÍSTICOS, os quais, por definição, jamais tratamos “doenças” (no caso, a dependência química…) e sim, cuidamos do indivíduo, em seu TODO, e, como tal, a questão das drogas, se trazida pelo Cliente, será mais um dos múltiplos aspectos a serem considerados e trabalhados, no transcorrer da Terapia.

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

www.hvfartes.com.brcontato@hvfartes.com.br

+55 11 93800-1262

Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.
Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.

Dia Dos Namorados Steampunk

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho adotou a estética Steampunk em suas mais recentes telas, especialmente desenvolvidas para este Dia Dos Namorados

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Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts, do Artista Plástico Henrique Vieira Filho
Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts
O Artista Plástico Henrique Vieira Filho homenageia o casal Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha com duas telas em estilo Steampunk, especialmente desenvolvidas para o Dia Dos Namorados

O Steampunk, seja na literatura, seja na estética, nos remete à contracultura com ideais anárquicos, questionadores e anti-autoritários.

Com histórias ambientadas no final do século 19, começo do 20, descrevem uma sociedade com máquinas futuristas, só que totalmente baseadas na tecnologia mecânica e a vapor, que teria evoluído muito além do possível.

Como precursores do movimento, temos o clássico filme mudo “Viagem à Lua”, de Georges Méliès, em que se chega à Lua com um foguete lançado por canhão, bem como, na literatura, com as máquinas fantásticas nas obras de Júlio Verne e medicina de ponta, com raios e válvulas, em “Frankenstein”, de Mary Shelley.

Tais premissas ganharam novo fôlego nos recentes anos 80 e 90, onde computadores de madeira, aviões e robôs movidos a vapor e próteses com belíssimas engrenagens, dentre outras características steampunk, ilustraram histórias com influências lovecraftianas, ocultistas e góticas.

Adotado como estilo de vida, no Brasil, inclusive, cuja convenção anual concorreu ao recorde mundial de participantes, e que conta com um Conselho (SteanCon), do qual reproduzo as seguintes citações:

“SteamPunk é a produção de ficção científica do Século XIX no Século XXI, através de qualquer forma de expressão”.
“Sempre que penso em SteamPunk penso em Julio Verne escrevendo nos dias de hoje… mas escrevendo hoje aquilo que escrevia em sua época!”
“Muitos mencionam que, mesmo antes de conhecer o gênero, já o apreciavam… me parece que há aí uma nostalgia por algo que nunca foi, mas poderia ter sido.”

Recentemente, quase que de forma inconsciente, alguns componentes steampunks foram integrados, de forma sutil, em algumas de minhas pinturas.

Neste momento, tive a oportunidade de ir além e retratar um casal que muito admiro (Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha), em duas telas que se complementam, onde a atmosfera steampunk incorporou-se totalmente!

Title: Queen Of Hearts Artist: Henrique Vieira Filho
Title: Queen Of Hearts
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2018

Title: King of Hearts Artist: Henrique Vieira Filho
Title: King of Hearts
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2018

 

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.
Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.